Maratona SEMI 01

Publicado por Ricardo Gaúcho Em 06 outubro 2018 Comentários desativados em Maratona SEMI 01
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01.

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05.

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06.

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. I – II – III

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. VI – V

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08.

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09.

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10.

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11. (V) 

(V) A hipótese autotrófica parte do pressuposto que os primeiros seres vivos eram AUTÓTROFOS, isto é, produziam seu próprio material orgânico. Estes primeiros seres vivos, incrivelmente simples do ponto de vista estrutural, talvez realizassem os processos de QUIMIOSSÍNTESE.

(V) Segundo a hipótese QUIMIOLITOAUTOTRÓFICA, antes dos seres fotossintetizantes surgirem já existiam seres que, por processos de quimiossíntese, produziam matéria orgânica a partir da matéria inorgânica — eram os seres quimiolitoautotróficos.

Depois dos seres quimiolitoautotróficos vieram seres um pouquinho de nada mais complexos e desenvolvidos, os seres fermentadores da matéria orgânica excedente produzida pelos quimiolitoautotróficos. Estes seres fermentadores passaram a liberar para atmosfera o gás carbônico. Depois de muitas centenas de milhões de anos a atmosfera começa a ficar saturada de gás carbônico e permite o desenvolvimento dos seres fotossintetizantes.

Observe no esquema que a fotossíntese aparece numa etapa posterior ao surgimento da vida.

(F) O gás oxigênio é um subproduto da fotossíntese e surge na atmosfera da Terra, portanto, bem depois  do surgimento da vida. Observe a posição do gás oxigênio no esquema acima.

(V) Trata-se da hipótese Heterotrófica de Oparin. Segundo esta hipótese, a atmosfera produziu espontaneamente grandes quantidades de matéria orgânica, o que iria permitir mais tarde, o surgimento de seres vivos simples e heterotróficos, isto é, consumidores da matéria orgânica primordial.

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12. (A)

“Os répteis desenvolveram espessas cascas em seus ovos para proteger os embriões contra a dessecação”.

A frase acima representa um pensamento:

O texto sugere que, pela necessidade de sobreviver a dessecação, os répteis desenvolveram o ovo com casca.

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13. (B)

8. (C)

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14.  (B)

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15. (B)

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16. (C)

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DERIVA GENÉTICA — Efeito FUNDADOR

Nem sempre os melhores necessariamente sobrevivem. Pense no melhor grupo de leões que já existiu na savana da África. Melhores caçadores, genes insuperáveis, reflexos nota dez, força imbatível, olfato superior. Eles estavam todos dormindo e peidando em uma caverna protegida depois da excelente caçada do dia, afinal, eles eram os melhores caçadores da área. De repente, não mais que de repente, um terremoto agita o pedaço! Não deu outras – desabou tudo e todos os melhores leões que já existiram morreram como baratas esmagadas. As melhores características genéticas que eles possuíam não adiantou de nada contra as milhares de toneladas de pedras que caíram – os melhores viraram mingau de leão. Um outro grupo de leões bem jaguara, fracos e cheio de sarna que vivia lá fora se tornou dominante naquela região então. Os novos leões daquele território derivaram de leões fracos que nunca teriam chance sem a morte aleatória do grupo dominante na caverna. Este é um bom exemplo de deriva genética. Assim, não podemos desprezar os revezes da sorte no processo de seleção natural. A deriva genética é um fator que altera o desenvolvimento evolutivo, mas, não é o principal, uma vez a deriva genética é um processo casual e imprevisível, isto é, nem sempre irá ocorrer.

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17. 

(V) As mutações não ocorrem para adaptar o indivíduo ao ambiente, elas podem ocorrer por acaso e serem mantidas ou eliminadas

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(F) Na CAMUFLAGEM e não no mimetismo, uma ou mais características corporais se assemelham ao ambiente, dificultando a localização do organismo pelas demais espécies com as quais convive.

 

 

(F) Estruturas HOMÓLOGAS e não análogas são aquelas que derivam de estruturas presentes em um mesmo grupo ancestral comum, refletindo, portanto, parentesco evolutivo.

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(F) A ação da seleção natural DIMINUI e não aumenta a variabilidade genética de uma população. Lembre que a seleção natural elimina os indivíduos portadores de características não vantajosas.

(F) Estruturas que desempenham função similar, mas têm origem embrionária e estrutura anatômica diferentes, são estruturas ANÁLOGAS, isto é, sem parentesco evolutivo. São produzidas por um processo de CONVERGÊNCIA e não divergência adaptativa.

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18. (B)

  1. Tucanos e Arapongas comem frutos de sementes grandes …

  2. Parte das sementes sementes não são digeridas pelas aves.

  3. Tucanos e Arapongas, ao defecarem pelos lugares por onde voam, dispersam as palmeiras de sementes grandes pela floresta.

  4. A floresta apresenta, assim, diversidade de palmeiras.

  5. Com a extinção de Tucanos e Arapongas ocorre uma redução significativa do número de palmeiras de sementes grandes.

  6. As palmeiras de sementes pequenas aumentam em número na floresta.

  7. A evolução das palmeiras segue, então, da DIREÇÃO das palmeiras de sementes pequenas – trata-se de um belo exemplo de seleção DIRECIONAL.

Algo semelhante ao que acontece com a seleção de bactérias resistentes ao antibiótico. Um tipo mutante que resiste ao remédio consegue sobreviver, enquanto a maioria das bactérias morrem. Como a mutante não morre, seu número aumenta na população. A evolução das bactérias, então, segue na direção do novo tipo mutante – seleção direcional.

seleção direcional

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ARAPONGA

 

TUCANO

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19 .  (E)

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20. 

(V) Cladogênese é o processo pelo qual duas populações isoladas diferenciam-se no decorrer do tempo, originando duas novas espécies.

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(F)  Especiação peripátrica é um modo de especiação, a formação de novas espécies através de evolução. Neste modo, as espécies novas são formadas em populações periféricas isoladas; este modo é semelhante à especiação alopátrica na medida em que as populações estão isoladas e por isso não há transferência de genes..

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(V) O isolamento geográfico pode ocorrer caso uma parcela significativa de uma população migre para outra região e deixe de ter contato com a população original.

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(F) O modelo clássico de especiação alopátrica propõe que duas novas espécies se formem em REGIÕES DIFERENTES e não em uma mesma região geográfica, sem que haja isolamento prévio.

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