Aula 09

Publicado por Ricardo Gaúcho Em 01 Abril 2018 Comentários desativados em Aula 09
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09.01. (A)

a)(V) Ceticismo, epicurismo e estoicismo.

b)(F) Patrística corresponde à filosofia da religião cristã nos seus primeiros séculos de existência. Essa construção filosófica se deveu ao trabalho dos primeiros Padres ou Pais da Igreja, por isso o nome “Patrística”. A Patrística não tem nenhuma relação direta com o Helenismo.

c)(F) Patrística.

d)(F) Escolástica – método de pensamento crítico dominante no ensino nas universidades medievais europeias de cerca de 1100 a 1500. O Escolástica é um movimento bem posterior ao período do Helenismo.

e)(F) Escolástica

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09.02. (A)

Para Epicuro a Filosofia conduz o homem a um estado de compreensão das forças que o cercam e permite que este homem se dê conta das coisas que realmente são importantes para um vida feliz.

b)(F) O texto não faz nenhuma referência a tal imparcialidade sugerida na alternativa. Além disto, qualquer decisão implica em uma consequência boa ou má, dependendo o caso. Minhas decisões podem me levar a uma vida feliz ou não.

c)(F) Areté é uma palavra de origem grega que expressa o conceito de excelência, ligado à noção de cumprimento do propósito ou da função a que o indivíduo se destina. Na Grécia Antiga, areté significava também a coragem e a força de enfrentar todas as adversidades, e era uma virtude muito importante que todos aspiravam. Afinal, ser firme e decidido em nossas escolhas seria uma grande virtude na busca da felicidade. A areté, assim, é uma disposição que torna possível o filosofar, mas, não é própria Filosofia, conforme a alternativa afirma.

d)(F) O gozo imoderado é um prazer desmedido, sem controle, desequilibrado. Epicuro, apesar de ser um defensor do prazer, não propunha um prazer descomedido, pois o exagero leva a doença e a infelicidade. A ética epicurista é basicamente um hedonismo. O motor e a meta da vida humana são identificados ao prazer. Prazer, mas prazer com medida e senso de limite. O hedonismo epicurista alia prazer e serenidade.

e)(F) O texto não faz nenhuma referência à Bíblia.

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09.03. (E)

a)(F) Segundo a doutrina hedonista, o prazer pode eliminar a dor, sendo, portanto, plenamente atingível, contrário do que é afirmado.

b)(F) Pelo contrário, segundo a doutrina hedonista, é justamente no prazer que se encontra o princípio da felicidade. Assim, não se entregar ao prazer é negar esta doutrina.

c) Epicuro foi um dos primeiros filósofos a defender o hedonismo como caminho para a felicidade.

d)(F) Segundo a filosofia de Epicuro, por exemplo, o prazer quando praticado com sabedoria e equilíbrio é fonte de alegria e felicidade permanente. Desta forma, é absurdo a afirmação de que só existem prazeres efêmeros.

e)(V) O prazer como princípio de toda ação é um dos fundamentos da doutrina hedonista. A ética epicurista é basicamente um hedonismo. O motor e a meta da vida humana são identificados ao prazer. Prazer, mas prazer com medida e senso de limite. O hedonismo epicurista alia prazer e serenidade.

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09.04. (B)

a)(F) O período em que a filosofia grega atingiu seu máximo esplendor foi na época de Sócrates, Platão e Aristóteles, no século IV a.C.

b)(V) No período helenístico, a Grécia foi conquistada pelos macedônicos e teve início o apogeu de toda a sua filosofia.

c)(F) O movimento sofista e socrático se deu no século IV a.C., antes do período helenista.

d)(F) Podemos entender como marcos fundadores da filosofia grega os pressocráticos. O período de ouro da filosofia grega foi o período de Sócrates, Platão e Aristóteles. Já o Helenismo, representa a decadência do pensamento grego clássico.

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09.05. (B)

a)(F)Apesar de fundado na racionalidade humana, Epicuro defendia que a felicidade estava num prazer equilibrado e sóbrio. A racionalidade era a ferramenta para se calibrar o prazer de forma a levar uma vida tranquila e feliz. Desta forma, podemos entender a filosofia hedonista como um sensualismo e não um racionalismo.

b)(V)

c)(F) A teoria aristotélica para o conhecimento está baseada num racionalismo radical. A razão é o instrumento de conhecimento que usa os dados da experiência para as conclusões. Para Aristóteles o fundamento não é o prazer, como para os epicuristas.

d)(F) O pensamento oposto a Heráclito é o pensamento de Parmênides, que, por sua vez, reduz-se a um racionalismo extremo. Observe que o epicurismo é um sensualismo e não um racionalismo.

e)(F) O epicurismo não defendo um relativismo completo como é o caso dos sofistas. O epicurismo busca apenas a felicidade pelo caminho do prazer e do equilíbrio. Não está preocupado com as grandes questões da existência. Quer apenas a tranquilidade e a ataraxia.

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09.06. (B)

a)(F) O prazer está associado aos epicuristas e não aos estoicos.

b)(V)

c)(F) A vida baseada no conhecimento era o fundamento do platonismo e também do neoplatonismo. Os estoicos não estavam buscando conhecimento, mas, uma vida tranquila onde se aceitava aquilo que não se podia mudar (resignação).

d)(F) Dialética – método de diálogo cujo foco é a contraposição e contradição de ideias que levam a outras ideias.

e)(F) Pelo contrário, os estoicos defendiam um rígido código moral. A tese deles era a de que, apesar de não termos controle sobre as coisas externas, deveríamos controlar nossas ações e pensamentos de forma a seguir uma vida reta e fundada nas práticas da virtude.

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09.07. (D)

a)(F) Para os epicuristas o prazer não deve ser levado aos extremos e aos excessos. Assim, podemos afirmar que os epicuristas procuram uma forma de prazer sutil e delicado, o que, por sua vez, não elimina o próprio prazer espiritual.

b)(F) Equilíbrio e tranquilidade de espírito é a busca dos epicuristas. Para isso, os prazeres devem ser moderados de forma a propiciar uma vida boa e tranquila.

c)(F) Dor e desagrado é tudo o que os epicuristas não querem. Pelo contrário, eles querem o prazer equilibrado e libertador das agruras da vida.

d)(V)O homem sábio obedece à lei natural reconhecendo-se como uma peça na grande ordem e propósito do universo, devendo assim manter a serenidade perante as tragédias e coisas boas. Desta forma, ele se torna dono de si, livre, imperturbável.

e) Esta alternativa deixa a desejar, uma vez que faz sentido e poderia ser uma resposta possível. O fato é que a alternativa “D” apresenta uma resposta mais objetiva e definitiva. Das duas alternativas, melhor assinalar a alternativa “D”.

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09.08. (A)

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09.09. (D)

a)(F) “…busca desenfreada pelo prazer”…

Para os epicuristas o prazer não deve ser levado aos extremos e aos excessos. Equilíbrio e tranquilidade de espírito é a busca dos epicuristas. Para isso, os prazeres devem ser moderados de forma a propiciar uma vida boa e tranquila. A ética epicurista é basicamente um hedonismo. O motor e a meta da vida humana são identificados ao prazer. Prazer, mas prazer com medida e senso de limite. O hedonismo epicurista alia prazer e serenidade.

b)(F) “…inexistência da liberdade…”

Para os epicuristas o homem é livre para determinar suas próprias ações. Assim, cabe ao homem decidir mudar sua postura diante da vida para evitar o sofrimento e as dores.

c)(F) Epicuro não negava os deuses, apenas acreditava que os deuses não se envolviam com a vida humana.

d)(V)

e)(F) Epicuro defendia a ideia de prazer como mecanismo de felicidade. Uma vida focada no prazer, no entanto, não significa para Epicuro uma vida voltada para a satisfação incondicional de todo e qualquer desejo. Satisfazer irrestritamente todos os desejos pode trazer desequilíbrio, dor e infelicidade, o que ninguém quer para si. Assim, a “afirmação da equivalência de todos os desejos…” não é condizente com a filosofia epicurista. É preciso equilíbrio, sobriedade e autocontrole na vida hedonista (vida voltada ao prazer).

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09.10. (C)

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09.11. (E)

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09.12. (E)

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Epicuro criou uma corrente filosófica que prega a procura dos prazeres moderados para atingir um estado de tranquilidade e de libertação do medo, com a ausência de sofrimento corporal pelo conhecimento do funcionamento do mundo e da limitação dos desejos. Já quando os desejos são exacerbados podem ser fonte de perturbações constantes, dificultando o encontro da felicidade que é manter a saúde do corpo e a serenidade do espírito, ensinado por Epicuro de Samos, filósofo ateniense do século IV a.C., e seguido depois por outros filósofos, chamados epicuristas. Epicuro também é conhecido como o Filósofo do Jardim, pois “O Jardim” foi como ficou conhecida a escola por ele fundada e que consistia numa comunidade de amigos e seguidores.

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09.13. (E)

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I.(V) para os epicuristas o prazer é o bem ético, por isso defendiam o hedonismo radical. Ser radical é buscar a raiz das coisas, é ir no âmago da questão. Assim, para os epicuristas o verdadeiro prazer é aquele que tranquiliza a alma, liberta o homem e abre as portas da felicidade. Por isso, uma vida fundada no prazer era uma vida feliz e virtuosa.

II.(F) Os céticos afirmavam que não havia nenhuma certeza. Tudo podia ser questionado. A solução seria uma vida despreocupada (ataraxia) e livre de preconceitos. Assim, não fazia nenhum sentido para os céticos viver “…decidindo-se por alguma doutrina específica.” Para eles nenhuma doutrina afirmava algo certo e confiável.

III.(F) Segundo Epicuro, para alcançar o bem ético o filósofo deve buscar uma vida tranquila e equilibrada longe da cidade e de seus problemas políticos insolúveis. Para ele, o negócio era viver em comunidades de amigos em comunhão e alegria. Assim, não fazia sentido para ele “atuar sempre que possível na política.”

IV.(F) Uma vida baseada “…nas inclinações e desejos.” Era a tese dos epicuristas e não dos ESTOICOS

V.(V) O ceticismo de Pirro sustentou que, porque todas as opiniões são igualmente válidas e nossas sensações não são verdadeiras nem falsas, nada se deve afirmar com certeza absoluta, e da suspensão do juízo advém a paz e a tranquilidade da alma. Para os céticos não se podia ter certeza de nada. O negócio então era não julgar nada, não definir nada. A prática então era a suspensão do juízo (epochê) como meio de se chegar à tranquilidade da alma. O ceticismo prega que por meio da dúvida o homem não se contentará com a ignorância fornecida pelos meios públicos, sempre procurando o saber e colocando em dúvida as crenças comuns. Questiona as bases do conhecimento metafísico, científico, moral e religioso. Negando que é possível se conhecer a verdade. O conhecimento é relativo a depender da pessoa e das peculiaridades do objeto a ser estudado. Dessa forma, deve haver uma suspensão do juízo e uma postura neutra da realidade.

VI.(V) Os cínicos da escola de Diógenes pregavam o desapego aos bens matérias como caminho para uma vida tranquila e feliz. Para isso, eram críticos dos costumes estabelecidos porque acreditavam que as cidades afastavam os seres humanos da felicidade, que para eles consistia no retorno à natureza e uma vida simples.

VII.(V) Para os estoicos, tudo tem um porquê. Podemos até não entender por que certas coisas acontecem em nossa vida, mas, para eles, com certeza deveria haver um motivo bom e necessário por trás de tudo. Tipo “Deus sabe o que faz!”. Assim, o filósofo só encontrará a felicidade ética se admitir que tudo que ocorre no mundo é justo, porquanto se realiza segundo as leis de uma divindade racional.

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09.14. 31(01+02+04+08+16)

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09.15. 17(01, 16)

01)(V) A filosofia de Epicuro fundamenta-se no atomismo de Demócrito. Epicuro acredita que a alma humana é formada de um agrupamento de átomos que se desagregam depois da morte, mas que não se extinguem, pois são eternos, podendo reagrupar-se infinitamente.

02)(F) Para Epicuro, o ideal de vida era se afastar das questões políticas, uma vez que a polis estava agora sobre domínio macedônio. Os gregos não eram mais senhores de seu destino. Agora eles eram um povo dominado por um poder estrangeiro e nada podiam fazer contra os invasores. A saída, portanto, era o abandono das cidades e a busca por uma vida mais simples em comunidades de amigos. Uma vida frugal baseada nos prazeres e na relação de amizade. Desta forma, nada de “… engajamento político como forma de amar todos os homens representados pela pátria.”

04)(F) Epicuro, diferente de Demócrito, não era um ateísta. Ele acreditava na existência dos deuses. A questão é que, para Epicuro, os deuses eram seres tão superiores que não tinham nenhuma relação com os homens. Os deuses viviam sua existência alheia a existência humana. Desta forma pensava ele: para que se preocupar com os deuses? Assim, questões espirituais não eram importantes na busca da felicidade. O importante era viver esta vida com prazer e serenidade.

08)(F) Ver comentário do item 02 deste teste.

16)(V) Para Epicuro, não devemos temer a morte, pois, enquanto vivemos, a morte está ausente e quando ela for presente nós não seremos mais; portanto, a vida e a morte não podem encontrar-se. Devemos exorcizar todo temor da morte e sermos capazes de gozar a finitude da nossa vida.

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09.15. (E)

a)(F) Epicuro, diferente de Demócrito, não era ateu. Ele acreditava na existência dos deuses. A questão é que, para ele, os deuses eram tão superiores que não tinham nenhuma relação com os homens. Os deuses viviam sua existência alheia a existência humana. Desta forma, questionava: para que se preocupar com os deuses? Questões espirituais, não eram importantes na busca da felicidade. O importante era viver esta vida com prazer e serenidade. Assim, afirmar que se deve a “buscar o equilíbrio entre os desejos sensuais e as restrições espirituais”, não faz sentido para sua filosofia hedonista.

b)(F) Funda sua ideia de prazer na AFIRMAÇÃO do corpo como fonte de prazer e NÃO na “negação do corpo em favor das alegrias do espírito.”

c)(F) Funda sua ideia de prazer na AFIRMAÇÃO do corpo como fonte de prazer e não na “noção de dever impessoal de negação do corpo.”

d)(F) Trata-se do contrário do que é afirmado. Para Epicuro, é o corpo a grande fonte de prazer que gera a felicidade.

e)(V) É um hedonismo que procura aliar prazer, senso de limite e serenidade. Para os epicuristas o prazer não deve ser levado aos extremos e aos excessos. Equilíbrio e tranquilidade de espírito é a busca dos epicuristas. Para isso, os prazeres devem ser moderados de forma a propiciar uma vida boa e tranquila.

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09.17. (B)

Para ouvir a música de Noel Rosa

https://www.youtube.com/watch?v=GbVcJmHKGzk

 

Uma vez que, quase não temos controle sobre as coisas externas do mundo (morte, catástrofes, doenças, guerras, etc.), apenas nos resta o controle da vida interior. Assim, Epicuro proponha uma filosofia que buscava a felicidade na serenidade dos prazeres do corpo e dos prazeres resultantes da amizade e da fraternidade.

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09.18. 31(01+02+04+08+16)

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09.19.

De acordo com Epicuro, o homem somente consegue encontrar a verdadeira felicidade quando atinge o estado de ataraxia, ou seja, a paz e a tranquilidade da alma. Dessa forma, se o homem tem uma falsa noção dos deuses, acreditando que eles interferem em suas vidas trazendo “maiores malefícios aos maus e os maiores benefícios aos bons” este homem se preocupa com os deuses, em agradá-los, visando a algum benefício, e também teme os deuses todo o tempo, uma vez que eles poderiam conceder-lhe benefícios ou malefícios. É exatamente, segundo Epicuro, estes falsos juízos que fazem o homem se angustiar, se preo-cupar, temer os deuses, perdendo portanto sua paz de espírito, ou tranquilidade da alma, a Ataraxia, o que significaria não encontrar a verdadeira felicidade. Segundo a doutrina epicurista, os deuses são indiferentes aos homens, vivendo em uma outra dimensão que o filósofo denomina de intermundo, sendo portanto inútil agradar-lhes ou tentar agradá-los, sendo que a atitude do sábio, aquele que alcança a felicidade, que não perde a tranquilidade da alma, seria a indiferença em relação aos deuses.

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