Aula 03

Publicado por Ricardo Gaúcho Em 15 junho 2010 1 Comentário
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03.01. [E]

Na medida em que a energia vai passando de um nível para outro, ela vai diminuindo significativamente. Afinal, cada organismo gasta parte da energia que recebeu e a energia gasta, é perdida para o ambiente na forma de calor. Assim, quanto menos energia em um nível trófico, menos organismos conseguem se desenvolver. Quanto menos organismos, menos quilogramas de organismos em cada nível. Assim, excetuando as raras as exceções, a biomassa vai diminuindo de um nível para outro. Espera-se no últimos níveis as menores biomassas. No mundo tem muito mais toneladas de cenouras do que toneladas de coelhos. Tem muito mais toneladas de coelhos do que toneladas de raposas. Tem muito mais toneladas de raposas do que toneladas de animais predadores de raposas.

No caso apresentado, as cobras estão no último degrau da pirâmide e devem, portanto, apresentarem o menor valor de biomassa. No caso, os tais 40 quilogramas da alternativa E.

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03.02. [D]

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03.03. [B]

A energia SEMPRE diminui, na medida em que passa de um nível trófico para outro da cadeia alimentar. Lembre que a energia gasta por um organismos é perdida pelo sistema na forma de calor e não pode ser reciclada.

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Assim, a pirâmide que representa a energia nunca pode ser invertida. Necessariamente os degraus vão diminuindo da base para o topo, como representado pela pirâmide I.

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03.04. [A]

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03.05. [B] 

Controle biológico de Pragas: Medida agrícola para diminuir a utilização de agrotóxicos. 

No controle biológico de pragas é utilizado organismos vivos para controlar a população de uma praga específica, tornando-a menos abundante ou menos danosa.

Primeiro passo para resolvermos o teste é fazer uma cadeia alimentar com os organismos apresentados no enunciado.

Pirâmide de BIOMASSA

Pirâmide II

As pragas são consumidoras da plantação.

Toda a biomassa que forma o corpo das pragas é feita a partir da biomassa da plantação que é devorada.

Assim, existe muito mais biomassa (toneladas) de plantação do de que de pragas parasitas..

Tem mais biomassa de pragas parasitas de que de joaninhas predadoras que as devoram.

Se colocar todas as joaninhas em um lado da balança e do outro lado colocarmos todas as pragas parasitas que devoram as joaninhas, veremos que existe muito mais quilogramas de joaninhas do que de pragas que as devoram.

Pirâmide de ENERGIA

Pirâmide II

A energia SEMPRE SEMPRE SEMPRE SEMPRE diminui na medida em que a energia passa de um nível para outro. Assim, no nível trófico da joaninha, que está no último nível da cadeia, será encontrado o menor nível possível de energia na cadeia descrita no enunciado.

JOANINHA – 3

A joaninha, predadora da praga que ataca a plantação, é a última a consumir na cadeia apresentada pelo teste, portanto, está no último nível trófico, no último nível de energia.

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03.06. [A] 

A energia SEMPRE diminui, na medida em que passa de um nível trófico para outro da cadeia alimentar. Lembre que a energia gasta por um organismo é perdida pelo corpo na forma de calor e não pode ser reciclada, reusara, reaproveitada. 

O leão quando corre atrás da zebra gasta bastante energia devido ao trabalho intenso de seus músculos, coração e músculos respiratórios. Esta energia gasta será perdida pelo leão na forma de calor. Este calor sai do corpo de bicho e se perde para atmosfera, não podendo mais ser reutilizado pelo leão.

A referência às leis da termodinâmica que aparece no teste tem a ver com a afirmação de que a energia não é criada nem destruída, somente transformada.

Assim, a energia nunca pode aumentar do nada. Sempre vai diminuir de um nível para o outro. A diferença é perdida pelos organismos na forma de calor corpóreo. Cada organismo vai gastando energia e passando menos energia para os níveis seguintes.

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03.07. [A]

III.(F) A pirâmide dos números às vezes pode ser invertida. Cada caso é um caso.

Veja o exemplo:

Uma árvore enorme pode sustentar 10 passarinhos com suas folhas e frutos. Cada passarinho, por sua vez, pode sustentar centenas de pequeninos piolhos parasitas.

Assim, neste caso, a pirâmide do número de indivíduos não será do tipo padrão e sim meio que invertida.

1 árvore grande → 20 passarinhos → 10.000 piolhos

Mais exemplos:

Observe que, de uma forma geral, o corpo dos parasitas é muito menor que o corpo do hospedeiro. Desta forma, um único hospedeiro pode sustentar um grande número de parasitas. Normalmente quando há parasitas envolvidos na jogada, o degrau de cima da pirâmide é maior que o degrau de baixo. 

IV.(F) Os decompositores atuam em TODOS os níveis tróficos de um ecossistema.

Todos os organismos que morrerem, incluindo os próprios decompositores, serão decompostos e transformados em matéria inorgânica (água, gases e sais minerais). Assim, os decompositores, apesar de normalmente não serem representados nos gráficos, pirâmides e cadeias alimentares, uma vez que atuam em todos os níveis tróficos, são extremamente importantes para o equilíbrio ecológico dos ecossistemas.

É graças à ação dos decompositores que a matéria é reciclada e reutilizada indefinidamente ao longo dos milhões de anos..

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03.08. [D]

A curva de crescimento populacional representada no gráfico é um caso clássico de crescimento EXPONENCIAL descrito pela matemática. A linha vermelha representa um crescimento ideal de uma população por meio de uma curva exponencial e tendo um crescimento em direção ao infinito.

Claro que nenhuma população cresce ao infinito. Trata-se apenas de uma tendência hipotética. Apenas uma abstração matemática afim de criar um modelo e poder comparar com o que acontece no mundo real.

Se nada impedir, uma população tende a crescer ao infinito.

Potencialmente pode crescer ao infinito, realmente, não.

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03.09. [B] 

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03.10. [E]

a)(F) Cresce de forma completamente DEPENDENTE da competição entre os indivíduos. Quanto maior a competição, maior a disputa por território, alimento e recursos. Assim, quanto maior a competição, mais problemas para a espécie que leva desvantagem. Levando desvantagem, seu crescimento populacional tende a diminuir.

b) (F) No ponto B a espécie atingiu seu crescimento máximo. A população não cresce mais porque não há mais recursos ambientais para sustentar o crescimento. Trata-se de muitos organismos para comer uma comida cada vez mais escassa. Neste ponto, portanto, com a falta de alimento, falta de espaço e competição crescente, a competição se torna bem mais intensa entre os indivíduos de uma população.

Na luta pela sobrevivência e disputa pelos escassos recursos devido à grande população, os indivíduos mais jovens e mais inexperientes na luta pela vida e os indivíduos mais velhos (mais fracos, mais doentes) levam desvantagem na competição pelos recursos cada vez mais raros. Assim, a idade dos indivíduos tem grande importância na luta pela sobrevivência e para os equilíbrios populacionais na natureza. Indivíduos mais velhos e com mais problemas de saúde apresenta mais dificuldade em conseguir alimento.

c)(F) Até o ponto A, a população estava em equilíbrio graças aos recursos oferecidos pelo ambiente ou pela pressão exercida por predadores ou competidores, fatores que impedem o crescimento excessivo de qualquer população.

A partir deste ponto, a população cresce até o ponto B. Algo no ambiente deve ter mudado para permitir este crescimento. Pode ser que os predadores ou os competidores tenham diminuído por alguma razão. Pode ser que talvez os recursos alimentares tenham aumentado.

Os dados oferecidos pelo teste, no entanto, não permitem concluir que a idade avançada tenha a ver alguma coisa com aquele equilíbrio específico.

d)(F) Tanto no ponto A como no ponto B a população está em equilíbrio. Assim, o número de indivíduos que nasce (natalidade) é mais ou menos o mesmo número de indivíduos que morre (mortalidade).

A mortalidade, portanto, exerce SIM efeito sobre o balanço do crescimento de uma população.

e)(V) A capacidade de suporte do ambiente diz respeito à quantidade de recursos que o ambiente pode oferecer para manter os organismos vivos e em condições de lutarem pela sobrevivência. Assim, a capacidade suporte do ambiente informa a quantidade máxima de indivíduos que aquele ambiente é capaz de sustentar com seus recursos e sua energia.

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03.11. [D]

a)(F) Pelo contrário. Em I não há recursos que permitam a sobrevivência de nenhum inseto. 

I situa-se ABAIXO (e não acima) do limite inferior de tolerância. 

b)(F) II e a faixa IV correspondem à intensidade MÍNIMA (e não ótima) do fator. Observe que, em II e IV , ocorre o menor número de insetos. 

c)(F) III corresponde à população em EQUILÍBRIO (e não, desequilíbrio)

d)(V) II e a faixa IV correspondem à população sob estresse, uma vez que as duas faixas apresentam as mínimas condições de sobrevivência. Tanto é verdadeiro, que nestas faixas encontra-se o MENOR número possível de insetos. 

e)(F) V situa-se abaixo do limite INFERIOR (e não superior de tolerância).

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03.12. [D]

a)(F) a curva no gráfico representa o CRESCIMENTO REAL das leveduras. O potencial biótico é o crescimento IDEAL e deve ser representado por uma curva EXPONENCIAL e não sigmoide ou logística, como apresentado no gráfico.

b)(F) A área entre a linha tracejada e a curva no gráfico NÃO indica nada. A resistência do meio é representada pela área encontrada entre o potencial biótico (curva exponencial) e a curva do crescimento real.

Observe a figura:

c)(F) A taxa de mortandade ou mortalidade é MENOR que a taxa reprodução ou natalidade entre 4 e 12 horas. Observe que entre 4 e 12 horas a população de leveduras está aumentando, isto é, está nascendo mais indivíduos do que morrendo. 

d)(V) Observe que na linha tracejada no gráfico a população alcança o equilíbrio e cessa de crescer. Isso significa que não há mais recursos para que a população continue crescendo. Trata-se da carga biótica máxima que aquele meio consegue sustentar. 

e)(F) As células NÃO cessaram a reprodução a partir de 16 horas de forma alguma. Continuam reproduzindo, só que numa taxa menor. A questão é que a mortalidade está equilibrada com a natalidade. Mais ou menos o que nasce é equivalente a mais ou menos o que morre. 

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03.13. [D]

a)(F) O potencial biótico de uma população é determinado pela capacidade MÁXIMA de seu crescimento (e não mínima).

b)(F) O crescimento real de uma população pode ser representado por uma curva SIGMOIDE ou curva  LOGÍSTICA. A curva contínua ascendente, ao longo do tempo, poderia representar um crescimento exponencial ou o que se chama de POTENCIAL BIÓTICO.

c)(F) A curva de crescimento real NÃO pode superar em número de indivíduos a curva de potencial biótico.

A curva do potencial biótico é ideal e não real. A curva do potencial biótico é ideal, é só uma idéia matemática, uma abstração, uma tendência e não apresenta nenhuma realidade.

Uma população TENDE idealmente crescer ao infinito (potencial biótico), o que na prática jamais se verifica, uma vez que não há recursos no ambiente para sustentar um número infinito de criaturas.

d)(V) A carga biótica máxima do ambiente é dada pelo limite máximo de indivíduos que o ambiente suporta.

e)(F) Fatores de resistência do meio, como a oferta LIMITADA (e não ilimitada) de alimento e espaço, impedem o crescimento da população.

Caso a oferta fosse ILIMITADA, o número de indivíduos tenderia a crescer ao infinito.

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 03.14. [E]

I.(F) Observe que neste período a população está crescendo muito. No período entre t0 e t1, a soma das taxas de natalidade e IMIGRAÇÃO (não emigração) é maior que a soma das taxas de natalidade e EMIGRAÇÃO.

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03.15. 19[01, 02, 16]

04.(F) Eita, pegadinha xarope e muquirana que lasca a vida sofrida de vestiba!!!

ENERGIA e BIOMASSA são coisas diferentes.

Biomassa contém moléculas que armazenam energia em suas ligações químicas. No entanto, biomassa não é sinônimo de energia.

Uma coisa é uma coisa,
outra coisa é outra coisa.

Peso seco –  a quantidade de água de um organismo pode variar muito ao longo do dia. Antes de tomar água no organismo tem um peso. Depois de tomar tudo isso já muda. Caso o organismo tenha ficado muito tempo exposto ao sol e o calor, ele perdeu quantidades significativas de água pelo processo de desidratação e seu peso também muda. No inverno, como é mais frio, a desidratação é menor e o peso dos organismos varia de forma diferente em relação ao verão. Ou seja, a água influencia muito o peso dos organismos. Desta forma, os estudos feitos em laboratório com organismos têm que levar em conta essa variação de peso provocada pela quantidade variável de água. Muitas vezes as amostras dos seres vivos são completamente desidratadas para evitar as variações provocadas pela água. O peso das amostras sem água é chamado de peso seco.

A BIOMASSA (e não a energia) é expressa em peso seco (para descontar a água) por unidade de área (g/m2, por exemplo) ou de volume (g/m3).

Em quase todas as representações, a biomassa DIMINUI (e não aumenta) ao longo da cadeia.

08.(F) Pirâmide de números indica apenas e tão somente apenas, a quantidade de indivíduos de cada nível trófico de uma cadeia alimentar. Quantos indivíduos estão neste nível… Quantos indivíduos estão naquele nível… E assim por diante.

A produtividade ou produção líquida de um ecossistema tem a ver com o balanço matemático entre tudo o que é produzido menos tudo que é consumido.

A produção bruta de energia gerada pela fotossíntese menos energia gasta na respiração celular resulta na produtividade ou produção líquida

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03.16. 28[04, 08, 16]

01.(F)

02.(F)

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03.17. [D]

I.(F) Com os dados apresentados, não podemos afirmar, nem mesmo negar com plena certeza que o crescimento da população da espécie A não influencia o crescimento da população da espécie B.

Há a possibilidade de que as duas espécies não tenham nenhuma relação uma com a outra e o declínio da espécie B, a partir do décimo quarto dia, esteja associado ao surgimento de uma doença específica ou da migração de um novo predador para a área, por exemplo. 

Por outro lado, apenas por hipótese, podemos pensar que A e B estejam em competição pelos mesmos recursos alimentares.

A espécie A está levando vantagem sobre a espécie B, conseguindo mais comida, alimentando melhor seus filhotes e sua população está aumentando em número. 

Com mais indivíduos A sobrevivendo e comendo recursos na região, menos alimento sobra para a espécie B se manter.

Com menos alimento, B reduz populacionalmente e tende a extinção com o passar do tempo. 

II.(V) A partir do décimo quarto dia a população A estabiliza, isto é, não aumenta muito nem diminui muito, isto é, o número de indivíduos que nasce é mais ou menos o mesmo número de indivíduos que morre. 

Já com a espécie B as coisas são diferentes.

A mortalidade parece ser bem maior que a natalidade, o que explica a tendência de extinção de B mostrada no gráfico. 

III.(F) Como as duas espécies apresentam curvas diferentes de crescimento numa mesma região, fica evidente que elas enfrentam de forma diferente as dificuldades apresentadas pelo meio.

Uma reage de uma forma e a outra espécie reage diferente às mesmas condições. 

Assim, a capacidade de sobrevivência de cada espécie também é diferente uma da outra, ou seja, elas apresentam potencias bióticos diferentes, capacidade de sobrevivência e enfrentamento do ambiente diferente entre si. 

Outra falha no raciocínio também está na afirmação de que a natalidade e a capacidade de sobrevivência são proporcionais ao aumento da densidade populacional. 

Quanto mais uma população cresce numa mesma área, maior será a densidade e mais problemas se apresentam. 

Quanto mais uma população cresce numa mesma área, menos alimento per capta.

Quanto menos alimento per capta, mais fracos e doentes os organismos ficam. 

Quanto mais fracos, doentes e subnutridos ficam os organismos, menores serão suas taxas de reprodução. 

Quanto menor a taxa de reprodução, menor será a natalidade. 

Quanto menor a natalidade, menor será a taxa de crescimento. 

IV.(F) A resistência do meio não está no corpo dos organismos que lutam pela vida. 

A resistência do meio está no meio ambiente onde o ser vive. A resistência do meio está nas dificuldades que ele encontra para viver e reproduzir devido à escassez de alimento, problemas climáticos que precisam enfrentar, ação de predadores, ação de parasitas que causam doenças, ação de competidores pelo alimento, etc. 

Assim, “velocidade de reprodução” e  “mecanismos de defesa” não são problemas externos associados à resistência do meio, mas sim, condições interiores, internas, endógenas dos organismos. Condições estas que estão associadas à capacidade de sobrevivência da espécie, isto é, o tal do POTENCIAL BIÓTICO. 

V.(V) Reler o comentário do item III deste teste.

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03.18. [C]

a)(F) O decaimento da curva verde significa que a qualidade ambiental foi seriamente prejudicada. Foi seriamente prejudicada porque foi muito explorada pela atividade econômica, contrário do que está sendo afirmado. 

b)(F) Caso a capacidade suporte do ambiente seja usada de forma racional (respeitada), as curvas de retorno econômico e qualidade ambiental tendem a atingirem o equilíbrio, isto é, tendem a seguir em paralelo uma com a outra em relação a linha horizontal do tempo e não um crescimento, como afirmado. 

c)(V) Caso a capacidade suporte do ambiente seja usada de forma racional (respeitada), as curvas de retorno econômico e qualidade ambiental tendem a atingirem o equilíbrio, isto é, tendem a seguir em paralelo uma com a outra em relação a linha horizontal do tempo. 

d)(F) A curva em vermelho NÃO continuará crescendo, enquanto a curva em verde NÃO irá decair, caso a capacidade suporte for levada em conta e respeitada. Caso a capacidade suporte do ambiente for usada de forma racional (respeitada), as curvas de retorno econômico e qualidade ambiental tendem a atingirem o equilíbrio, isto é, tendem a seguir em paralelo uma com a outra em relação a linha horizontal do tempo. 

e)(F) o decaimento da curva em vermelho está relacionado com o a REDUÇÃO da qualidade Ambiental que, segundo a curva verde, está diminuindo.

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03.19. [E]

Precisamos saber que:

Taxa de natalidade aumento de população.
Taxa de mortalidade diminuição de população.
Emigração (quem vai embora) diminuição de população.
Imigração (quem chega)  aumento de população.

Agora é só matemática básica em cada passo que o teste apresenta.

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Tabela 1 teremos:

Em 2004 nasceram 25 e morreram 12, totalizando um crescimento até aqui de 13. A esses 13, somaram-se 15 que imigraram, totalizando 28. Destes 28, 9 emigraram (foram embora), totalizando um crescimento de 19.

Veja o esquema matemático com está lógica de raciocínio:.

2004 ⇒ 25 – 12 + 15 – 09 = 19.

2005 ⇒ 24 – 10 + 18 – 11 = 21.

2006 ⇒ 26 – 14 + 16 – 08 = 20

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Tabela 2 teremos:

2004 ⇒ 20 – 15 + 14 – 09 = 10.

2005  22 – 14 + 15 – 13 = 10.

2006 ⇒ 24 – 12 + 17 – 09 = 20

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Tabela 3 teremos:

2004 ⇒ 18 – 12 + 12 – 08 = 10.

2005 ⇒ 19 – 15 + 14 – 11 = 07.

2006 ⇒ 21 – 14 + 13 – 05 = 15

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Tabela 4 teremos:

2004 ⇒ 15 – 08 + 07 – 04 = 10

2005 ⇒ 16 – 11 + 09 – 03 = 11.

2006 ⇒ 13 – 09 – 06 + 03 = 07

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03.20. [C]

A taxa de crescimento absoluto da espécie B é igual a 15.000 indivíduos/dias.

.

Crescimento Absoluto

Variação do número de indivíduos em um determinado período:

taxa de crescimento absoluto = (Nf – Ni) / t

.

Ni = n° de indivíduos no início do período considerado

Nf = n°  de indivíduos no final do período considerado

t = duração do período considerado.

 .

taxa de crescimento absoluto = (Nf – Ni) / t

    30.000 / 2 dias = 15.000 / dia

 .

II. (F) O potencial biótico da espécie A é maior que o potencial biótico da espécie B.

.

Crescimento RELATIVO

A variação do número indivíduos de uma população em relação ao seu número inicial:

tx. de cresc. relativo = [(Nf – Ni) / Ni] / t

.

Crescimento RELATIVO

A … [(4000-1000)/1000] / 2 = 1,5

B … [(50000-20000)/20000] / 2 = 0,75

..

Quanto maior a taxa de reprodução, maior a capacidade de uma espécie sobreviver em seu ambiente.

Assim, quanto mais filhos são gerados, maiores serão as chances de a espécie se manter no ambiente.

Observe que o crescimento da espécie A é maior que o crescimento da espécie B.

A cresceu 400%, enquanto B, cresceu 250%.

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III.(V) A taxa de crescimento relativo da espécie A é igual a 1,5 indivíduos/dia enquanto que na espécie B é igual a 0,75 indivíduos/dia.

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 Crescimento RELATIVO

A variação do número indivíduos de uma população em relação ao seu número inicial:

taxa de cresc. relativo = [(Nf – Ni) / Ni] / t

[(4000-1000)/1000] / 2 = 1,5

[(50000-20000)/20000] / 2 = 0,75

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IV.(V) As taxas de crescimento absoluto nos mostram que, no período considerado, o aumento da população da espécie B foi 10 vezes maior que o da população da espécie A; entretanto, a espécie B cresce em ritmo menos acelerado que a espécie A.

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ESPÉCIE A     3.000 / 2 dias = 1.500 / dia

ESPÉCIE B   30.000 / 2 dias = 15.000 / dia

.

Crescimento RELATIVO

A … [(4000-1000)/1000] / 2 = 1,5

B … [(50000-20000)/20000] / 2 = 0,75

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V.(F) ESPÉCIE B   30.000 / 2 dias = 15.000 / dia 

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1 Comentário até ao momento.

  1. Fabrício Fonseca disse:

    Excelentes explicações professor!! Obrigado!!

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